Símbolos do Santanópolis

FOTO OFICIAL DO ENCONTRO

FOTO OFICIAL DO ENCONTRO

quarta-feira, 30 de abril de 2014

ANIVERSÁRIO DE RAIMUNDO PINTO

Parabéns Raimuvndo pelo aniversário, felicidades mais um ano de vida. Aguardamos voce no 4ºEncontro em 23 de agosto de 2014,

ANTES E DEPOIS DE RUDIVAL SANTANA BRAGA

 Laura, capturou no face.
O texto abaixo descreve a foto Rudival antes:
Bom gente, bom dia.... pra ir tirar um cochilo, uma viagem através do "Túnel do Tempo"..... Rudy Rossi, quando tinha 10 anos.... No dia da minha formatura em Datilografia. O ano? 1965. O local? Feira Tênis Clube. Baile de Gala... A escola? Pratt Feirense. A professosra? Gilza Mello...Bons tempos.... E graças a esse curso, que sou o que sou hoje... agradeço a meus pais - de todo o coração - e à competência da saudosa Profa. Gilza Melo e a sua auxiliar Laura, Cristina e Diana, além do Marcelo (que não se encontra mais entre nós)..... que me proporcionaram essa agilidade com o teclado.... bons tempos, belos dias.... coisas que hoje não vemos mais.... abraços e bom domingo...
À direita Rudival hoje.

terça-feira, 29 de abril de 2014

ANIVERSARIANTES DESTA DATA


 
Parabéns aos dois Santanopolitanos, Hugo Navarro da Silva e Maria José d'Oliveira (Beica), pela data de hoje, estaremos torcendo pelo comparecimento no 4ºEncontro em 23 de agosto de 2014,


DA SÉRIE DE FOTOS CAPTURADAS NO FACE POR FERNADO2 -2

Como não veio descrição de quem é quem, tenho certeza que os Santanopolitanos sabem todos. Alguns reconhecidos:
Nº 4-Hamilton; 5-Ana Lúcia; 8-Nélia Cajaiba; 13-Kátia Dias; 15-Otoniel; 18-Manteiga; 19-Prof. Nene.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

ANIVERSARIANTES DE HOJE


Nilzete
 
Parabéns, Ademir Esperidião Santos,Luiz Silvany Regis Sampaio, Sônia Maria Teixeira de Freitas (Soninha). A Nilzete Moraes Portugal duplicado, pelo niver e como ranhia da micarêta deste ano (3ª idade).

Soninha


REGISTRO DE JORGE SOUZA BEZERRA


                                  Boa parte dos professores do Curso de Edificações eram engenheiros e arquitetos jovens, pelas fotos das recentes postagens de registro de professores e funcionários constatamos este quadro.

domingo, 27 de abril de 2014

sábado, 26 de abril de 2014

ANIVERSÁRIO DE ROQUE ARAS


Hoje é aniversário do Santanopolitano Roque, foi aluno e professor do Colégio Santanópolis. Desejamos que esta data se repita por muitos anos.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

ANIVERSARIANTES DESTA DATA



Que belo quarteto Santanopolitano, Luiz Assis, Pedro Costa Filho, Nilda Moraes e Rosário Pinto Marques (na foto).Parabéns aniversariantes, nos veremos no 4ºEncontro em 23 de agosto de 2014,

LUIZ ASSIS E SEUS COLEGAS DO CURSO GINASIAL

Bela foto e lindo texto copiados do facebook de Luiz Assis.


"Turma, de 1950, concluinte do Curso Ginasial do Colégio Santanópolis, comemorando no Alto do Cruzeiro. Alguns colegas: Reginaldo Caribé, Lícia Santos, Una Guimarães, Raimundo Schimidt, Artur Passos, Helnando Simões, Lúcia Oliveira, Ana Maria Santos, Ely Mota, Yolanda Barreto, Joselita Amorim e outros queridos amigos. Eu estou na fila de baixo, o segundo, da direita para a esquerda. Essa foto me trás agradáveis recordações. Infelizmente muitos colegas deixaram este Vale de Lágrimas, rumo à Pátria Celestial. Veja se identifica alguém! 

Turma inesquecível. Éramos como irmãos. O relacionamento bem diferente de hoje. 
Bate uma saudade nostálgica de um tempo em que havia um grande sentimento de fraternidade entre os colegas. Por falta de espaço deixei de mencionar o nome de todos, embora igualmente queridos Passados tantos anos, quando nos encontramos, cumprimentamo-nos com o mesmo calor humano do tempo dos bancos escolares. 

Um privilégio que Deus nos concedeu."

ANIVERSARIANTES DE HOJE


 Parabéns ás aniversariantes LUIZ ASSIS, PEDRO COSTA FILHO E ROSÁRIO MARQUES PINTO.
Muita saúde, paz, felicidade
e alegria...
Tudo de melhor para vocês...
neste dia tão especial !
Luiz


Estamos torcendo pelo comparecimento de vocês, no IV Encontro dos Santanopolitanos em 23 de agosto de 2014.

Rosário

O REPETECO DA HISTÓRIA

Hugo Navarro da Silva

O Panamá, pequeno país da América Central, quase insignificante, já teve mais fama e notoriedade do que escritor comunista principalmente se recém falecido.

Colônia espanhola, o Panamá proclamou independência dois anos depois do Brasil, mas teve que fazer parte da Colômbia, pressionado por Simon Bolivar. Alguns anos depois tentou, novamente, a independência, que reconquistou durante pouco mais de um ano, voltando a ingressar na soberania colombiana na condição de departamento, quando grandes Iinteresses econômicos levaram empresários norte americanos a construir, no istmo, famosa ferrovia ligando a Colômbia à Califórnia, garantindo livre trânsito às mercadorias e cidadãos da república do norte. Na época o olho do mundo cresceu sobre o Panamá. O comércio entre ocidente e oriente era dificultado e onerado por longas viagens marítimas,  cheias de tribulações, ampliando  custos e perigos na passagem do tormentoso Cabo Horn ou na travessia do Estreito de Magalhães. Foi quando surgiu a ideia de construir passagem entre os oceanos Atlântico e Pacífico, no Panamá. Encurtaria as viagens que passariam a ser feitas com economia de tempo em mares mais tranquilos e seguros.

A França tomou a frente da empreitada. Era a maior potência do universo. Famosa na literatura e nas artes, tinha exército julgado invencível, o maior do mundo, sustentado por gigantesca indústria e generais cheios de pose. Sua fama caiu e se desfez, no inicio dos anos quarenta, quando a Alemanha, em menos de quinze dias, a transformou em país satélite do nazismo e Hitler dançou algo como o lepo-lepo à sombra da Torre Eiffel. A desmoralização foi total e definitiva.

 No século XIX havia na França um sujeito impressionante, formidável, Ferdinand de Lesseps. Diplomata, arquiteto, carregado de medalhas e honrarias, assumiu a direção de gigantesca empresa criada para realizar a ligação entre o Atlântico e o Pacífico, da qual vendeu milhares de ações. Experiência tinha, porque liderou a abertura do Canal de Suez, unindo o Mediterrâneo ao Mar Vermelho, antigo sonho de Napoleão. Promoveu congresso internacional, em Paris, para traçar planos destinados ao empreendimento e discutir a rota do novo canal, sucesso que elevou o Panamá às culminâncias dos noticiários internacionais. Havia muito dinheiro no empreendimento e perspectivas de lucros fabulosos. Os trabalhos, levados à força de picaretas, depois de oito anos de esforços e gastos quilométricos, não andavam. Resultaram em estrondosa quebra. Lesseps e um filho, Charles, acusados de gestão ruinosa, foram condenados às penas de multa e cadeia. O pai livrou-se da prisão. O filho passou um ano atrás das grades. Para a companhia francesa havia, atrapalhando os trabalhos, o Monte Culebra, a diferença de nível entre os dois oceanos e a febre amarela, que matou milhares de trabalhadores. Os norte americanos  intervieram na construção do Canal  em 1904, depois que o Panamá desligou-se, definitivamente, da Colômbia. Desmontaram o Culebra, que transformaram em lago, o Gatúm, usaram escavadeiras mecânicas, instalaram ferrovias para o transporte de equipamento e pessoal, realizando a retirada do material escavado, encheram a zona de trabalho de inseticida, os alojamentos de telas protetoras e criaram sistema de eclusas para compensar o desnível entre os dois oceanos.  Inauguraram, em 1914, o Canal do Panamá, que se mostrou de fundamental importância para o comércio mundial e na guerra contra os japoneses.

Panamá assumiu, durante muito tempo, o sentido de roubalheira e desordem. Será que a história se repete e teremos, em breve, na linguagem do povo, o substantivo petrobrás como sinônimo de ladroagem, fraude e baderna?
 

Hugo Navarro da Silva - Santanopolitano, foi aluno e professor do Colégio Santanópolis. Advogado, jornalista escreve para o "Jornal Folha do Norte". Gentilmente, a nosso pedido, envia semanalmente a matéria produzida

 



quinta-feira, 24 de abril de 2014

ANIVERSÁRIO DE AURÉLIO JOSÉ MASCARENHAS BASTOS (SPIRRO)

 
 
Parabéns Spirro pelo aniversário, você é da turma dos Santanopolitanos, estaremos torcendo pelo comparecimento no 4ºEncontro em 23 de agosto de 2014,


quarta-feira, 23 de abril de 2014

terça-feira, 22 de abril de 2014

PREÂMBULO DO DISCURSO DE HERMAN LIMA



Em sessão solene da Assembléia Legislativa da Bahia, por ocasião da entrega do Título de Cidadão Baiano ao escritor Herman Lima.

Na ocasião houve dois discursos, dado ao espaço não reproduziremos aqui. Chamamos à atenção para o preâmbulo da fala de Herman. Abaixo a recomendação da publicação em separato dos dois discurços, pelo Presidente da Casa, deputado, escritor Wilson Lins, e a capa do impresso.

Discurso pronunciado pelo Escritor Herman Lima
Eu não vou dizer que não tenho direito a esta láurea excelsa que me acaba de ser concedida pela Bahia, através dos seus nobres representantes nesta Casa.


No particular, faço como dom Miguel de Unamuno, o famoso Reitor da Universidade de Salamanca, autor de tantas obras fundamentais da cultura e do pensamento ibéricos, ao ser condecorado um dia pelo ex-rei da Espanha, Afonso XIII.
Disse então o Mestre encanecido nas longas vigílias do espirito estas palavras peremptórias:
Agradeço esta condecoração que eu mereço.
O rei entreparou o gesto da graça outorgada e reclamou:
Estranho que o senhor fale assim, quando os que receberam antes esta comenda sempre me disseram que não a mereciam.
Ao que Unamuno, por sua vez, retrucou impassível:
É porque êles tinham razão para dizê-lo.



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segunda-feira, 21 de abril de 2014

ANIVERSÁRIO DE ADNIL SANTANA SOBRAL (DENE)


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Parabéns Dene, com votos de saúde e alegria. Que se anime para o nosso  4ºEncontro em 23 de agosto de 2014,

domingo, 20 de abril de 2014

AMIVERSÁRIO DE ANGÉLICA BASTOS


Parabéns,Angékica pelo seu aniversário, você está no coração de todos os Santanopolitanos, estaremos torcendo pelo comparecimento no 4ºEncontro em 23 de agosto de 2014,

MAIS QUERELA SOBRE TÍTULO DE DOUTOR

Postamos em 18.04.2014 a questão do título de DOUTOR. Um Santanopolitano, que pediu para não ser identificado, enviou e-mail sobre o assunto para postarmos, aí vai abaixo.

Doutor é quem faz Doutorado

No momento em que nós do Ministério Público da União nos preparamos para atuar contra diversas instituições de ensino superior por conta do número mínimo de mestres e doutores, eis que surge (das cinzas) a velha arenga de que o formado em Direito é Doutor. 

A história, que, como boa mentira, muda a todo instante seus elementos, volta à moda. Agora não como resultado de ato de Dona Maria, a Pia, mas como consequência do decreto de D. Pedro I. 

Fui advogado durante muitos anos antes de ingressar no Ministério Público. Há quase vinte anos sou Professor de Direito. E desde sempre vejo "docentes" e "profissionais" venderem essa balela para os pobres coitados dos alunos. 

Quando coordenador de Curso tive o desprazer de chamar a atenção de (in) docentes que mentiam aos alunos dessa maneira. Eu lhes disse, inclusive, que, em vez de espalharem mentiras ouvidas de outros, melhor seria ensinarem seus alunos a escreverem, mas que essa minha esperança não se concretizaria porque nem mesmo eles sabiam escrever. 

Pois bem! 

Naquela época, a história que se contava era a seguinte: Dona Maria, a Pia, havia "baixado um alvará" pelo qual os advogados portugueses teriam de ser tratados como doutores nas Cortes Brasileiras. Então, por uma "lógica" das mais obtusas, todos os bacharéis do Brasil, magicamente, passaram a ser Doutores. Não é necessária muita inteligência para perceber os erros desse raciocínio. Mas como muita gente pode pensar como um ex-aluno meu, melhor desenvolver o pensamento (dizia meu jovem aluno: "o senhor é Advogado; pra que fazer Doutorado de novo, professor?"). 

1) Desde já saibamos que Dona Maria, de Pia nada tinha. Era Louca mesmo! E assim era chamada pelo Povo: Dona Maria, a Louca! 

2) Em seguida, tenhamos claro que o tão falado alvará jamais existiu. Em 2000, o Senado Federal presenteou-me com mídias digitais contendo a coleção completa dos atos normativos desde a Colônia (mais de quinhentos anos de história normativa). Não se encontra nada sobre advogados, bacharéis, dona Maria, etc. Para quem quiser, a consulta hoje pode ser feita pela Internet. 

3) Mas digamos que o tal alvará existisse e que dona Maria não fosse tão louca assim e que o povo fosse simplesmente maledicente. Prestem atenção no que era divulgado: os advogados portugueses deveriam ser tratados como doutores perante as Cortes Brasileiras. Advogados e não quaisquer bacharéis. Portugueses e não quaisquer nacionais. Nas Cortes Brasileiras e só! Se você, portanto, fosse um advogado português em Portugal não seria tratado assim. Se fosse um bacharel (advogado não inscrito no setor competente), ou fosse um juiz ou membro do Ministério Público você não poderia ser tratado assim. E não seria mesmo. Pois os membros da Magistratura e do Ministério Público tinham e têm o tratamento de Excelência (o que muita gente não consegue aprender de jeito nenhum). Os delegados e advogados públicos e privados têm o tratamento de Senhoria. E bacharel, por seu turno, é bacharel; e ponto final! 

4) Continuemos. Leiam a Constituição de 1824 e verão que não há "alvará" como ato normativo. E ainda que houvesse, não teria sentido que alguém, com suas capacidades mentais reduzidas (a Pia Senhora), pudesse editar ato jurídico válido. Para piorar: ainda que existisse, com os limites postos ou não, com o advento da República cairiam todos os modos de tratamento em desacordo com o princípio republicano da vedação do privilégio de casta. Na República vale o mérito. E assim ocorreu com muitos tratamentos de natureza nobiliárquica sem qualquer valor a não ser o valor pessoal (como o brasão de nobreza de minha família italiana que guardo por mero capricho porque nada vale além de um cafezinho e isto se somarmos mais dois reais). 

A coisa foi tão longe à época que fiz questão de provocar meus adversários insistentemente até que a Ordem dos Advogados do Brasil se pronunciou diversas vezes sobre o tema e encerrou o assunto. 

Agora retorna a historieta com ares de renovação, mas com as velhas mentiras de sempre. 

Agora o ato é um "decreto". E o "culpado" é Dom Pedro I (IV em Portugal). 

Mas o enredo é idêntico. E as palavras se aplicam a ele com perfeição. 

Vamos enterrar tudo isso com um só golpe?! 

A 
Lei de 11 de agosto de 1827, responsável pela criação dos cursos jurídicos no Brasil, em seu nono artigo diz com todas as letras: "Os que frequentarem os cinco anos de qualquer dos Cursos, com aprovação, conseguirão o grau de Bachareis formados. Haverá tambem o grau de Doutor, que será conferido àqueles que se habilitarem com os requisitos que se especificarem nos Estatutos que devem formar-se, e só os que o obtiverem poderão ser escolhidos para Lentes". 

Traduzindo o óbvio. A) Conclusão do curso de cinco anos: Bacharel. B) Cumprimento dos requisitos especificados nos Estatutos: Doutor. C) Obtenção do título de Doutor: candidatura a Lente (hoje Livre-Docente, pré-requisito para ser Professor Titular). Entendamos de vez: os Estatutos são das respectivas Faculdades de Direito existentes naqueles tempos (São Paulo, Olinda e Recife). A Ordem dos Advogados do Brasil só veio a existir com seus Estatutos (que não são acadêmicos) nos anos trinta. 

Senhores. 

Doutor é apenas quem faz Doutorado. E isso vale também para médicos, dentistas, etc, etc. 

A tradição faz com que nos chamemos de Doutores. Mas isso não torna Doutor nenhum médico, dentista, veterinário e, mui especialmente, advogados. 

Falo com sossego. 

Afinal, após o meu mestrado, fui aprovado mais de quatro vezes em concursos no Brasil e na Europa e defendi minha tese de Doutorado em Direito Internacional e Integração Econômica na Universidade do Estado do Rio de Janeiro. 

Aliás, disse eu: tese de Doutorado! Esse nome não se aplica aos trabalhos de graduação, de especialização e de mestrado. E nenhuma peça judicial pode ser chamada de tese, com decência e honestidade. 

Escrevi mais de trezentos artigos, pareceres (não simples cotas), ensaios e livros. Uma verificação no sítio eletrônico do Conselho Nacional de Pesquisa (CNPq) pode compravar o que digo. Tudo devidamente publicado no Brasil, na Dinamarca, na Alemanha, na Itália, na França, Suécia, México. Não chamo nenhum destes trabalhos de tese, a não ser minha sofrida tese de Doutorado. 

Após anos como Advogado, eleito para o Instituto dos Advogados Brasileiros (poucos são), tendo ocupado comissões como a de Reforma do Poder Judiciário e de Direito Comunitário e após presidir a Associação Americana de Juristas, resolvi ingressar no Ministério Público da União para atuar especialmente junto à proteção dos Direitos Fundamentais dos Trabalhadores públicos e privados e na defesa dos interesses de toda a Sociedade. E assim o fiz: passei em quarto lugar nacional, terceiro lugar para a região Sul/Sudeste e em primeiro lugar no Estado de São Paulo. Após rápida passagem por Campinas, insisti com o Procurador-Geral em Brasília e fiz questão de vir para Mogi das Cruzes. 

Em nossa Procuradoria, Doutor é só quem tem título acadêmico. Lá está estampado na parede para todos verem. 

E não teve ninguém que reclamasse; porque, aliás, como disse linhas acima, foi a própria Ordem dos Advogados do Brasil quem assim determinou, conforme as decisões seguintes do Tribunal de Ética e Disciplina: Processos: E-3.652/2008; E-3.221/2005; E-2.573/02; E-2067/99; E-1.815/98. 

Em resumo, dizem as decisões acima: não pode e não deve exigir o tratamento de Doutor ou apresentar-se como tal aquele que não possua titulação acadêmica para tanto. 

Como eu costumo matar a cobra e matar bem matada, segue endereço oficial na Internet para consulta sobre a Lei Imperial: 
www.planalto.gov.br/ccivil_03/revista/Rev_63/Lei_1827.htm 

Os profissionais, sejam quais forem, têm de ser respeitados pelo que fazem de bom e não arrogar para si tratamento ao qual não façam jus. Isso vale para todos. Mas para os profissionais do Direito é mais séria a recomendação. 

Afinal, cumprir a lei e concretizar o Direito é nossa função. Respeitemos a lei e o Direito, portanto; estudemos e, aí assim, exijamos o tratamento que conquistarmos. Mas só então. 

PROF. DR. MARCO ANTÔNIO RIBEIRO TURA , 41 anos, jurista. Membro vitalício do Ministério Público da União. Doutor em Direito Internacional e Integração Econômica pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Mestre em Direito Público e Ciência Política pela Universidade Federal de Santa Catarina. Professor Visitante da Universidade de São Paulo. Ex-presidente da Associação Americana de Juristas, ex-titular do Instituto dos Advogados Brasileiros e ex-titular da Comissão de Reforma do Poder Judiciário da Ordem dos Advogados do Brasil. 


Filme do Santanopolis dos anos 60